Casos de utilização

Toda a estrutura de uma instituição são dados que um administrador introduz através da aplicação: clínicas, serviços, quartos, tipos de quarto, camas, tipos de cama, estados das camas, equipamento, instalações e cores. Não há trabalho de desenvolvimento nem ferramentas de desenho a aprender — um novo serviço são alguns registos numa lista e aparece de imediato na vista gráfica. É isso que torna o produto utilizável muito para além de um edifício hospitalar permanente.

Hospitais e clínicas permanentes

O caso corrente. Clínica, serviço, quarto e cama correspondem diretamente à forma como a instituição já está organizada, e os quatro perfis correspondem a pessoas que já existem. As admissões urgentes, a cirurgia programada e as transferências internas passam todas pelos mesmos ecrãs.

  • 30 camas ou 3000 — a estrutura é a mesma
  • Gestão central das camas com controlo local de cada serviço
  • Relatórios de ocupação para a gestão e para os financiadores

Hospitais de pandemia e de contingência

Um hospital instalado num pavilhão ou num centro de exposições não tem plantas anteriores nem tempo para as encomendar. Aqui a estrutura é introduzida sob a forma de lista no próprio dia em que é decidida, e a vista gráfica existe assim que é guardada.

  • Configurado em horas, e não num ciclo de desenvolvimento
  • Novos serviços acrescentados com a instalação já em funcionamento
  • Estado da cama e equipamento acompanhados por cama desde o primeiro dia

Hospitais militares de campanha

Nada na aplicação é específico de um sistema de saúde civil: o vocabulário é clínica, serviço, quarto, cama e doente, e os perfis correspondem a quem ocupa essas camas e a quem responde por elas. O produto destina-se tanto a utilização civil como militar.

  • Funciona no servidor da própria instituição, dentro da sua rede
  • Serve estruturas de cuidados de rotina e de emergência
  • Registo de auditoria completo de quem moveu quem, e quando

Abrigos e centros de acolhimento

Um abrigo para pessoas sem-abrigo, ou para refugiados e migrantes, tem o mesmo problema de fundo que um serviço hospitalar: existem camas, há pessoas que as ocupam e alguém tem de saber quais estão livres. A aplicação não distingue entre uma enfermaria e uma tenda.

  • Quartos, camas, tipos, estados e equipamento — nada de clínico é exigido
  • Capacidade visível em toda a instalação a qualquer momento
  • A mesma colocação por arrastamento que as equipas aprendem numa hora
Diagrama da eficiência da utilização de camas num hospital

A emergência é o caso a que a conceção melhor responde

É aí que o custo de não saber é mais elevado — e é também aí que é menos provável que a estrutura já existisse uma semana antes. Um hospital permanente sobrevive com uma folha de cálculo; uma instalação montada na terça-feira passada não.

As três vantagens divulgadas do produto decorrem todas do mesmo facto: alguém consegue ver, num relance e em tempo real, que camas existem, quais estão livres, de que tipo são e que equipamento têm. Um hospital que não consegue ver isso mantém doentes à espera ao lado de camas vazias de que se esqueceu.

Veja o produto a funcionar antes de decidir

A demonstração é a aplicação real com dados de exemplo. Abra um serviço, arraste um doente para outra cama e veja o registo a documentar a operação.